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Miguel dá pra você me falar o que está acontecendo? – Perguntou Sofia
desesperada.
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Eu juro que não fui eu. Você tem que acreditar em mim!
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Acreditar em que?
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Vamos pra casa que você vai saber.
No
caminho milhares de coisas passaram pela cabeça de Sofia e o desespero só
aumentava ao chegar perto de casa, por que o que ela acreditava que estava
acontecendo poderia realmente estar acontecendo.
Ao
abrir a porta da casa e ver a situação, o mundo de Sofia desabou. Ela olhou incrédula
para seu irmão e falou:
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Eu não acredito nisso, Miguel. Por que e como você fez isso?
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Eu não fiz isso, eu juro. Eu cheguei em casa e a achei assim. Você tem que acreditar
em mim.
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Como você quer que eu acredite? Você vive drogado ou bêbado.
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Irmã, por favor. Eu juro pela minha vida que eu não fiz isso. Eu não estou
chapado, e eu estava voltando de uma entrevista de trabalho. Eu quero mudar, e
eu não faria isso mesmo que não estivesse mudando. Me ajuda.
E
então em instantes a chegada da polícia, vários jornalistas pairavam em volta
da casa para saber exatamente o que estava acontecendo e assim noticiar para
todo o país.
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Eu juro que não matei essa mulher – Disse Miguel para o policial.
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Você tem um álibi para confirmar que você não estava em casa na hora do
assassinato? – Perguntou o policial.
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Bom, eu tive uma entrevista às 17h e depois eu fui ao shopping no centro da
cidade. Pode ligar para a empresa que eles vão confirmar isso.
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Por enquanto, eu não posso fazer nada até que seu álibi seja confirmado.
Miguel, você está preso por suspeita de assassinato - Disse o Policial.
- Eu vou ajudar você, Miguel. Não se preocupe! - Disse Sofia ao ver seu irmão ser colocado dentro da viatura da polícia.
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