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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Cap 7

- Miguel dá pra você me falar o que está acontecendo? – Perguntou Sofia desesperada.
- Eu juro que não fui eu. Você tem que acreditar em mim!
- Acreditar em que?
- Vamos pra casa que você vai saber.
No caminho milhares de coisas passaram pela cabeça de Sofia e o desespero só aumentava ao chegar perto de casa, por que o que ela acreditava que estava acontecendo poderia realmente estar acontecendo.
Ao abrir a porta da casa e ver a situação, o mundo de Sofia desabou. Ela olhou incrédula para seu irmão e falou:
- Eu não acredito nisso, Miguel. Por que e como você fez isso?
- Eu não fiz isso, eu juro. Eu cheguei em casa e a achei assim. Você tem que acreditar em mim.
- Como você quer que eu acredite? Você vive drogado ou bêbado.
- Irmã, por favor. Eu juro pela minha vida que eu não fiz isso. Eu não estou chapado, e eu estava voltando de uma entrevista de trabalho. Eu quero mudar, e eu não faria isso mesmo que não estivesse mudando. Me ajuda.



E então em instantes a chegada da polícia, vários jornalistas pairavam em volta da casa para saber exatamente o que estava acontecendo e assim noticiar para todo o país.
- Eu juro que não matei essa mulher – Disse Miguel para o policial.
- Você tem um álibi para confirmar que você não estava em casa na hora do assassinato? – Perguntou o policial.
- Bom, eu tive uma entrevista às 17h e depois eu fui ao shopping no centro da cidade. Pode ligar para a empresa que eles vão confirmar isso.
- Por enquanto, eu não posso fazer nada até que seu álibi seja confirmado. Miguel, você está preso por suspeita de assassinato - Disse o Policial.
- Eu vou ajudar você, Miguel. Não se preocupe! - Disse Sofia ao ver seu irmão ser colocado dentro da viatura da polícia.

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